ESPECIAL #1 (30/11/2001) - REVISTA AÇÃO GAMES

 

O início dos anos noventa foi a época da revolução dos videogames no Brasil. O Nintendinho de 8 bits já levava à loucura os gamemaníacos e o Master System estava ganhando seu espaço. O Mega Drive era o lançamento do ano e povoava os sonhos de muitos, e o Super Nintendo ainda era novidade no Japão e EUA. As novidades eletrônicas eram divulgadas em revistas sobre videogames que estavam sendo lançadas no Brasil, mas os aparelhos demoravam alguns meses para chegar ao Brasil. Quando chegavam.

Esse foi o caso do PC-Engine, ou Turbo Grafx 16, como foi chamado nos EUA. Ele simplesmente nunca chegou ao Brasil, deixando milhares de gamemaníacos com água na boca, loucos para conhecer a maravilhosa tecnologia de jogos em CD, com animações e sons instrumentais. Pela economia brasileira na época estar muito instável para um mercado, teoricamente, tão "supérfluo", a NEC infelizmente nunca se interessou em lançar o PC-Engine no Brasil, o que talvez tenha sido o maior erro dela conosco. Para quem não sabe, o Master System e o Nintendinho 8 bits são vendidos até hoje no Brasil. A realidade poderia ser outra e o PC-Engine poderia ainda ter espaço no mercado, se tivesse chegado nas nossas mãos.

 
 
 Na página de uma dessas revistas, uma das poucas notícias sobre o PC-Engine que temos é uma verdadeira raridade. Com fotos de apenas um jogo, o Y´s Book I&II, um breve texto sobre o console mostra também que nós, brasileiros, demos pouca importância ao mais inovador e carismático console de todos os tempos: o PC-Engine.

 

Raul Malavasi

 

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